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A Stock Paulista em 2010 passou a contar com mais um carro de peso. Além dos valentes Omegas, a categoria abriu espaço para os “tubulares” ou “gaiolas” como são mais conhecidos.
 
Com a mudança do chassi da Copa Vicar, para Copa Montana os chassis que iriam ficar parado nas oficinas tem a chance continuarem disputando corridas além de ser uma ótima escola para os pilotos que almejam chegar ao campeonato brasileiro.
 
Com as “bolhas” de fibra de vidro encobrindo a armação, os carros copiados e permitidos são todos utilizados até o final da temporada 2009 do brasileiro ou seja, GM Astra sedan ou hatch, Vectra, Mitisubishi Lancer, Peugeot 307 e VW Bora.
 
Porém engana-se aquele que pensa que os motores V8 vieram junto. Como a categoria ainda utiliza o Omega com motor 6 cilindros em linha, as gaiolas foram adaptadas para usarem o mesmo motor e deixar a competição mais justa.
 
Os carros são equipados com motores da Silverado ou do Omega.
 
Internamente seus componentes mecânicos como pistões e bielas são de uso livre e na maioria das vezes são forjadas. O Virabrequim é original GM do Omega.
 
O cabeçote também é livre podendo cada preparador trabalhá-lo da forma em que mais achar conveniente para seu acerto.
 
As válvulas, o comando e os balanceiros são livres, embora limitados a trabalhar com 1.75° de inclinação.
 
A alimentação desse “monstrinho”é feito com três carburadores Weber 44 com coletores de admissão de alumínio, mas com a permissão de correr apenas com uma.
 
Essa alimentação é auxiliada com algumas bombas elétricas para evitar falta de combustível no sistema.
 
O coletor de escape é a famosa aranha seis em dois com canos de 2,5pol com saídas laterais no meio do carro.
 
O sistema de ignição é livre e cada preparador ô acerta de acordo com sua preparação.
 
Essa preparação gera mais de 300 cavalos de potência ao “Omegão”.
 
A embreagem é hidráulica.
 
A caixa de câmbio utilizado e da marca Eaton com cinco mudanças trabalhando em conjunto com o diferencial do Omega 3.0 blocado.
 
Com esse conjunto é que as enormes rodas de 18pol.calçados com pneus Pirelli Pzero recebem os mais de 300 cavalos de potência gerado pelo belo “motorzão” descrito acima.
 
Tudo que corre precisa parar, por esse motivo os carros da Stock Paulista utilizam pinças de freios Wilwood de seis pistões com discos de freios grandes do brasileiro de Stock Car.
 
A suspensão é original com retrabalho de cambagem e amortecedores reguláveis Penske. salvo das gaiolas que o conjunto é próprio para o carro.
 
Para a direção do carro ficar mais fácil e macia é instalado o sistema de direção hidráulica elétrica o que facilita em muito a vida do piloto.
 
Sabendo que andar a mais de 220 por hora não é algo muito seguro e pensando na segurança do piloto, o regulamento exige uma proteção interna com canos de molibdênio de 2,5pol. mais conhecida como “Santo-Antonio”, o banco modelo “concha” e o cinto de segurança de no mínimo quatro pontas.
 
Ainda no interior do veiculo são encontrados apenas os instrumentos necessários para o controle geral do carro, sendo eles um conta-giro que normalmente possui um “Shift ligth” para avisar ao piloto quanto a mudança de marcha na hora certa, um termômetro de água e um de óleo, manômetro de óleo e manômetro de combustível. Existem carros que possuem também manômetros do óleo de freio, porém esse tipo de instrumento é pouco usado.
 
As pedaleiras com melhor eficiencia são de alumínio da marca Tilton, conjunto esse que embeleza muito e se tratando de um carro de corrida a beleza além da preparação é fundamental.
 
Para maiores informações sobre carros tire suas duvidas com nossos preparadores visitando a seção EQUIPES.